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Durante o evento "Governo
Itinerante", realizado em Juazeiro do Norte-CE,
foram entregues implementos agrícolas
e assinados projetos que beneficiarão
associações comunitárias
varzealegrenses. |
(21/03/2011) - O Governo do Estado realizou na última
sexta-feira, 18, na cidade de Juazeiro do Norte, a
entrega de equipamentos do Projeto São José
III. Cinco comunidades de Várzea Alegre foram
beneficiadas.
Para a comunidade de Alves, no distrito
de Ibicatu, foi liberado um sistema de abastecimento
de água - padrão Cagece. Os diretores
da Associação Comunitária de
Sítio Alves e Sítios Vizinhos se organizaram
e trabalharam para melhorar o abastecimento de água
da localidade, que era muito precário.
Pelo Projeto São José
foram liberados quatro tratores com implementos agrícolas
paras as seguintes associações comunitárias:
José Soares de Figueiredo, da Carrapateira,
Calabaça; Francisco Salviano de Macêdo,
da Extrema, Calabaça; de Vacaria e Sítios
Vizinhos, da Vacaria, Ibicatu; e Instituição
Sócio-Comunitária da Agrovila Ubaldinho
e Naraniú.
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| O governador
Cid Gomes (PSB) e o prefeito Zé Helder
(PMDB) realizam a entrega simbólica de
um trator para o líder comunitário
Cícero Nicolau dos Santos, presidente
da Associação José Soares
de Figueiredo (Sítio Carrapateira). |
O prefeito Zé Helder (PMDB)
esteve na solenidade e disse que o grande número
de projetos São José liberados para
Várzea Alegre, acontece em razão da
organização das comunidades através
da Federação das Associações
do Município de Várzea Alegre - Famuva,
entidade que assessora as associações
locais com o apoio do governo Tempo de Crescer.
O ex-vereador Antônio Nen,
que esteve na comitiva do prefeito, como representante
da comunidade de Ubaldinho, agradeceu o empenho do
prefeito Zé Helder (PMDB) junto ao governo
do estado para liberar o projeto do trator do Ubaldinho,
uma luta de dez anos da comunidade.
Os recursos do Projeto São
José III, são adquiridos com a participação
de 90% do Governo do Estado, dos quais 15% do Tesouro
do Estado e 75% de empréstimos contraídos
junto ao Banco Mundial. A comunidade participa com
10% do custo do subprojeto, geralmente com mão
de obra e materiais.